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01/02/26

Observação e Acolhimento à Pessoa com Autismo


Do ponto de vista científico e social,
o autismo não é uma doença,
mas sim uma condição de neurodesenvolvimento.

Essa distinção é fundamental por vários motivos:

Neurodiversidade: O termo, criado pela socióloga Judy Singer, propõe que diferenças no funcionamento cerebral (como o autismo) são variações naturais do genoma humano, e não falhas a serem corrigidas.

Ausência de "Cura": Como não é uma doença, não se busca uma cura, mas sim suporte e adaptações que garantam qualidade de vida e autonomia.

Essa fala toca no ponto central: a necessidade de a sociedade evoluir para aceitar e incluir as diferentes formas de existir e pensar. 

Essa é uma realidade dura e infelizmente muito comum. O preconceito e o capacitismo - que é a discriminação contra pessoas com deficiência - criam barreiras que impedem muitos autistas de exercerem seu direito a uma vida social plena.
A ciência e os relatos da comunidade mostram que o isolamento muitas vezes não é uma escolha, mas uma consequência de um ambiente que não sabe lidar com a diferença:

A dor da rejeição: Diferente do mito de que autistas "preferem ficar sozinhos", muitos sentem um desejo profundo de criar conexões, mas acabam se isolando para evitar a dor de serem julgados ou mal interpretados.

Barreiras invisíveis: A dificuldade em interpretar pistas sociais (sarcasmo, expressões faciais ou "regras não escritas") faz com que a sociedade neurotípica muitas vezes exclua o autista em vez de adaptar a comunicação.

O peso do "mascaramento": Para tentar ser aceito, muitos autistas gastam uma energia enorme tentando agir como neurotípicos, o que gera exaustão e impede amizades verdadeiras e autênticas.
O problema não está no autismo em si, mas na falta de informação que gera estigma e discriminação.
Vale lembrar que, no Brasil, a discriminação contra pessoas autistas é crime, com penas previstas em lei para quem exclui ou nega direitos com base no diagnóstico.

Dê atenção à:

  • Estratégias de socialização em ambientes que respeitem seus limites.
  • Como encontrar comunidades neurodivergentes onde a troca acontece sem julgamentos.
  • Seus direitos legais em situações de exclusão na escola ou no trabalho. 

O que faz mais sentido para você agora?

Esse texto é apenas para fins informativos. Para orientação ou diagnóstico médico, consulte um profissional. As respostas da IA podem conter erros.

Barreira Social: Muitas vezes, a maior dificuldade não é a condição em si, mas a falta de acessibilidade e o preconceito (capacitismo) de uma sociedade que tenta impor um único padrão de comportamento.

Classificação Médica: Manuais como o DSM-5-TR e a CID-11 utilizam o termo Transtorno do Espectro Autista (TEA) para descrever a necessidade de níveis variados de apoio, reforçando que se trata de uma característica permanente da pessoa. 

19/01/26

O Mundo Estranho dos Extra Terrenos


Sua mãe, sua tia e até sua avó um dia te falou: não fale com estranhos, mas na nossa vida o que mais fazemos é o contrário.
Seu amigo da escola era estranho, seu namorado ou namorada foram estranhos que passaram e ainda hoje passam pela sua vida.
Mas o bicho papão não é estranho, pois lideres do mundo são estranhos e muita gente acaba acreditando neles ou vendo suas atrocidades como tirar a vida de gente normal que luta dia a dia  para sua sobrevivência.
O que falaria para sua mãe? Ela tava certa ou era apenas uma forma de te defender com aquele conselho?
O ser humano é tão maluco que até procura pessoas estranhas em outros planetas, os ETs.
O seu patrão é estranho, o seu governante é estranho, o poder atribuido às pessoas estranhas nos faz ficar pobre ou faz aqueles menos favorecidos passar fome.
Você já pensou que você é estranho e nunca te falaram?
Atitudes duvidosas são estranhas e a gente põe na mão de um advogado estranho para defender, sendo até uma atividade legal e o tempo vai passando e nossa mãe acaba sendo a culpada, mesmo nos advertindo.

Estranho ou não você está lendo esse artigo.

Raul Seixas, Quando Vivo, Teria Tentado Carreira Internacional


Foto: wikipedia

Raul falava inglês fluentemente desde criança, devido à proximidade com o consulado americano em Salvador, o que facilitava seu contato com a cultura e música americanas.
Ele gravou algumas músicas em inglês com o produtor Marco Mazzola antes de viajar para os EUA, numa tentativa de emplacar sua carreira internacional, com os resultados sendo divulgados décadas depois.
Raul Seixas também gravou medleys de sucessos do rock clássico, como "Rock Around The Clock", mostrando sua admiração pelo gênero. 
Raul cantava músicas em inglês, tanto covers de clássicos do rock quanto composições próprias, e chegou a tentar uma carreira internacional com elas, gravando faixas como "The Diary", "I Am (Gita)", "Morning Train" e versões de músicas como "Blue Moon of Kentucky" (com Asa Branca) e "Rock Around The Clock", mostrando sua fluência e paixão pelo rock and roll original. 

A Rádio Estúdio toca diariamente a música "I Am (Gita)". Confira a programação on line em https://www.radioestudio.com.br

Edson Charles Fotografando

Edson Charles Fotografando
Escolhendo o melhor lugar para fotografar. Edson Charles em São Gabriel-GO

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