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07/04/26

O Que é Mais Barato? A Guerra de Trump Contra o Mundo ou O Homem Viajar Pela Órbita da Lua?

 


A Terra Vista pela Nave Atemis II

Demoraram 50 anos para astronautas retornarem à órbita da lua
A última missão tripulada foi com a Apollo em 1972. Seu investimento na época consumia quase 4% do orçamento federal dos EUA. Movimentos políticos em financiar o projeto diminuiu, quando a NASA passou a operar com menos de 1% nos anos seguintes.
Para o ano fiscal de 2027, que prepara as missões de 2028, a proposta orçamentária inclui cerca de US$ 8,5 bilhões especificamente para o programa Artemis, focando em pousadores lunares, trajes espaciais e sistemas de transporte de astronautas.
Sem a urgência da Guerra Fria, não havia justificativa econômica clara para enviar humanos de volta, especialmente quando sondas robóticas podiam realizar pesquisas de forma mais barata e segura.
A maior motivação para ir à Lua foi a Guerra Fria contra a União Soviética. Após as primeiras alunissagens bem-sucedidas (Apollo 11 em 1969), o público e o governo sentiram que a corrida tinha sido vencida, diminuindo a urgência e o interesse popular, o que levou ao fim do programa Apollo por falta de interesse e alto custo.
Desde a década de 1970, circulam teorias falsas alegando que o homem nunca pisou na Lua e que tudo foi filmado em estúdio. Especialistas e evidências técnicas (como rochas lunares, espelhos deixados na Lua) refutam essas conspirações, provando que as alunissagens foram reais.
Os gastos militares totais dos EUA durante o período da Guerra Fria oscilaram frequentemente em torno de 10% do seu PIB nos primeiros 20 anos, atingindo cerca de 13% em 1952.
Os gastos dos Estados Unidos com a Guerra Fria (aprox. 1947–1991) são estimados em cerca de U$ 8 a U$ 9 trilhões (em valores ajustados) ao longo de todo o período, segundo estimativas históricas. 
Atualmente (dados de 2026), a campanha militar contra o Irã custou cerca de U$ 3,7 bilhões nas primeiras 100 horas, resultando em uma média superior a U$ 890 milhões por dia.
O governo propôs um orçamento de defesa de aproximadamente US$ 1,5 trilhão para o ano fiscal de 2027, impulsionado pelo conflito no Oriente Médio.


06/04/26

Viralizando Sem Precisar de Algoritmos

Com certeza, quem posta algo na internet, busca certa audiência para obter sucesso na mídia.


Existem diversas formas de ser visto na internet, variando entre estratégias de marketing, presença orgânica e ações pagas. As principais incluem SEO para mecanismos de busca, produção de conteúdo, redes sociais, marketing de influência, publicidade paga (links patrocinados) e plataformas de terceiros.

Muita gente busca burlar os algoritmos sem precisar de investir em trafego pago, mas não é simples, pois o gate de liberação depende de cada plataforma, seja da Meta, seja de redes sociais.

As metatags, durante muito tempo, facilitou isso com as chamadas hashtags, uma palavra ou frase precedida pelo símbolo "jogo da velha" (#), mas a criação de artigos, vídeos e materiais educativos que atraem o público-alvo e constroem autoridade, independente desses artifícios.

Apenas ter um site não garante visitas; a "encontrabilidade" é crucial, pois mais de 99% dos usuários não passam da segunda página de resultados de pesquisa. Uma presença digital forte engloba desde a disponibilidade 24/7 até a facilidade de uso do conteúdo.
Algoritmos são sequências lógicas, finitas e bem definidas de instruções que orientam computadores a resolver problemas, processar dados ou executar tarefas automáticas.

Ninguém te dá audiência gratuitamente

Para aumentar a visibilidade na internet, foque em produzir conteúdo de alta qualidade (blog e redes sociais), otimizar para motores de busca (SEO) usando palavras-chave específicas e manter consistência nas postagens. Utilize redes sociais ativamente para engajar, faça parcerias com influenciadores do seu nicho e invista em tráfego pago (Google/Social Ads).

02/04/26

Dia Mundial de Conscientização do Autismo


A ONU (Organização das Nações Unidas), no fim de 2007, definiu todo 2 de abril como sendo o Dia Mundial de Conscientização do Autismo (no original em inglês: World Autism Awareness Day), quando cartões-postais de todo o planeta se iluminam de azul — no Brasil, o mais famoso é o Cristo Redentor — para lembrar a data e chamar a atenção da mídia e da sociedade para o transtorno do espectro do autismo (TEA)

Autonomia se constrói com apoio

O tema da campanha nacional de 2026 para o Dia Mundial de Conscientização do Autismo, “Autonomia se constrói com apoio”, reforça que autonomia, no transtorno do espectro do autismo (TEA), não é sinônimo de independência total nem um padrão único a ser “atingido”. Ela significa ampliar, com segurança e dignidade, as possibilidades reais de cada pessoa autista para fazer escolhas, expressar preferências e participar das decisões sobre a própria vida — buscando o máximo potencial possível em cada caso, sem impor metas irreais, comparações ou cobranças que desconsiderem necessidades de apoio e condições associadas. Ao destacar “apoio”, a campanha lembra que a autonomia se viabiliza quando família, escola, serviços de saúde, comunidade e políticas públicas criam condições concretas de acesso, comunicação e participação, e não quando a responsabilidade recai sobre um indivíduo ou uma família. Nas redes sociais, a hashtag #RESPECTRO será usada para divulgar a campanha e unificar postagens sobre o tema.




Edson Charles Fotografando

Edson Charles Fotografando
Escolhendo o melhor lugar para fotografar. Edson Charles em São Gabriel-GO

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