Uma forma de proliferação cultural vem da curiosidade de um povo, principalmente em relações a nomes, sobrenomes e apelidos. Com o passar dos anos veio a internet e expressões do dia a dia que incorporaram a nossa língua, como nickname e o atual MEME.
O sobrenome Silva é originário do latim (silva), que significa "selva", "floresta" ou "bosque". Embora tenha raízes na Roma Antiga, sua linhagem como sobrenome moderno consolidou-se na Península Ibérica, especialmente entre Portugal e o noroeste da Espanha (antigo Reino de Leão) durante a Idade Média. Originalmente, era um sobrenome toponímico, usado para designar pessoas que moravam perto ou no interior de áreas florestais. Foi trazido ao Brasil pelos portugueses durante a colonização. Devido à grande miscigenação, ao processo de registro de escravizados e à atribuição de nomes comuns pelas autoridades da época, tornou-se o sobrenome mais popular do país.
O sobrenome Bolsonaro é originário da região do Vêneto, no nordeste da Itália. Originalmente, ele era grafado como Bolzonaro. A adaptação fonética para "Bolsonaro" foi adotada pelo ramo da família que emigrou para o Brasil no final do século XIX.
O sufixo -ista é usado na língua portuguesa para indicar a profissão, ocupação, hábito ou ideologia de uma pessoa. Ele transforma um radical (como "jornal" ou "arte") em um substantivo ou adjetivo que define o agente ou o adepto daquela ação.
Palavra Petista e a Bolsonarista não tinha significado no dicionário da lingua portuguesa, daí nos anos 80, após a fundação do Partido dos Trabalhadores, a palavra PETISTA designava aos filiados à sigla. Já o termo BOLSONARISTA ganhou o debate público a partir de 2011, consolidando-se como adjetivo e substantivo para descrever os apoiadores de Jair Bolsonaro.


