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10/02/26

Sexta-feira 13, Alinhamento dos Planetas e Carnaval

Diz o velho ditato: "tome cuidado"

Um raro alinhamento planetário (ou "desfile de planetas") envolvendo seis planetas — Mercúrio, Vênus, Júpiter, Saturno, Urano e Netuno — está previsto para ocorrer no final de fevereiro de 2026. O alinhamento será visível logo após o pôr do sol, formando um arco no céu.
Embora algumas manchetes mencionem, o inicio do desfile dos planetas, "sexta-feira", o pico mais divulgado para este fenômeno de 2026 é no final de fevereiro. A "sexta-feira 13" é um tropo cultural, e embora conjunções planetárias ocorram com frequência, este alinhamento de seis planetas é considerado um evento raro.

Aqui estão os detalhes baseados nas pesquisas atuais:

  • Data Principal: A maior aproximação visual do "desfile" de seis planetas é esperada por volta de 28 de fevereiro de 2026.
  • Visibilidade: Os planetas estarão visíveis logo após o pôr do sol, olhando na direção oeste/sudoeste.
  • Quais planetas ver a olho nu: Vênus, Júpiter e Saturno serão os mais fáceis de identificar. Mercúrio estará visível, mas próximo ao horizonte. Urano e Netuno precisarão de binóculos ou telescópios.
  • O que é o fenômeno: Trata-se de um efeito visual onde os planetas parecem se alinhar no mesmo lado do Sol, criando um "desfile" no céu. 

Embora algumas manchetes mencionem "sexta-feira", o pico mais divulgado para este fenômeno de 2026 é no final de fevereiro. A "sexta-feira 13" é um tropo cultural, e embora conjunções planetárias ocorram com frequência, este alinhamento de seis planetas é considerado um evento raro. 

Fonte: Google

Ainda Há Muito a Falar do Super Bowl e o Show de Bad Bunny Que Trump Não Gostou


Foto: Revista People


Trump, que há muito tempo fez dos latinos e hispânicos bodes expiatórios centrais de seu projeto político, passou a maior parte do último ano aterrorizando comunidades de imigrantes — tanto documentados quanto indocumentados — com deportações em massa, detenções arbitrárias e discriminação racial. Sem falar dos abusos desenfreados de um Departamento de Segurança Interna, ICE e patrulha de fronteira hipermilitarizados. Bad Bunny — que se apresentou inteiramente em espanhol — não mencionou explicitamente Trump ou seu exército pessoal anti-imigração, mas o show do intervalo tinha uma mensagem clara para o presidente: os latinos estão aqui, e eles são a América.
Em uma longa mensagem publicada no Truth Social logo após o fim do show do intervalo, Trump escreveu que a apresentação foi “uma afronta à Grandeza da América, e não representa nossos padrões de Sucesso, Criatividade ou Excelência”. 
“Ninguém entende uma palavra do que esse cara está dizendo, e a dança é nojenta”, acrescentou Trump, “Este ‘Show’ é apenas um ‘tapa na cara’ do nosso País […] Não há nada inspirador nessa bagunça de Show do Intervalo e vejam só, vai receber ótimas críticas da Mídia de Notícias Falsas, porque eles não têm a menor ideia do que está acontecendo no MUNDO REAL”.
“E, a propósito, a NFL deveria substituir imediatamente sua nova Regra de Kickoff ridícula”, ele concluiu.
A resposta furiosa veio depois que a Casa Branca havia declarado publicamente que Trump não assistiria ao show do intervalo, e em vez disso sintonizaria no “Real American Halftime Show” alternativo da Turning Point USA, com Kid Rock como atração principal.
Parece que o presidente — como muitos direitistas que alegavam estar boicotando o show do intervalo — não resistiu à tentação de ver um dos artistas mais populares do planeta, mesmo que fosse apenas para alimentar a indignação.

Fonte: Revista Rolling Stone

O que o Mundo Fala sobre atitudes de Trump


Não tem como resumir opiniões de lideres Mundiais, principalmente postado em Grande Jornal na Internet

Logo abaixo à matéria está citada a fonte daa notícia e as opiniões são, de responsabilidade de suas opiniões em aspas no testo abaixo.

Um ano depois de os líderes desses partidos europeus celebrarem o retorno de Trump à Casa Branca, muitos deles passaram a se distanciar do atual presidente americano. A operação militar sem precedentes ordenada por Trump em 3/1 contra a Venezuela, que terminou com a captura de Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, trouxe à tona as primeiras tensões. Semanas depois, as ameaças de Trump de impor novas tarifas a países europeus contrários a seus planos de assumir o controle da Groenlândia ampliaram ainda mais o afastamento. "Amigos podem discordar. Isso faz parte da vida e da política, mas um presidente dos EUA ameaçar impor tarifas a menos que aceitemos que ele se aproprie da Groenlândia, por qualquer meio… Isso é um ato bastante hostil", declarou o parlamentar britânico Nigel Farage, líder do Reform UK, partido populista e eurocético (contrário à União Europeia).
No entanto, foram as declarações de Trump minimizando a colaboração de aliados da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) na guerra do Afeganistão que se tornaram a gota d'água para muitos políticos europeus de direita próximos de Trump.

"A Itália e os EUA estão unidos por uma amizade sólida, baseada em valores compartilhados e em uma colaboração histórica […], mas a amizade exige respeito", advertiu a primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, que, graças à boa sintonia com Trump, vem atuando como ponte entre a Europa e os EUA sempre que surge um impasse nas relações.

As críticas e os questionamentos a Trump vieram do chamado universo Mega, sigla em inglês de Make Europe Great Again ("Faça a Europa Grande Novamente", em tradução livre, uma variação de Maga, slogan americano equivalente que se tornou marca do movimento trumpista). Mas embora essas declarações tenham rendido manchetes na imprensa ao redor do mundo, a situação começou meses atrás e bem mais perto dos EUA.
"O efeito bumerangue que identifiquei no início de 2025, segundo o qual a associação com Trump se transforma em uma desvantagem eleitoral no plano nacional, está se manifestando agora na Europa em relação aos partidos de direita radical, mas nós vimos isso antes no Canadá", afirmou o italiano Alberto Alemanno, professor de direito europeu da escola de negócios HEC de Paris (França), à BBC News Mundo, serviço em espanhol da BBC.

Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4g01nqqrvko

Edson Charles Fotografando

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Escolhendo o melhor lugar para fotografar. Edson Charles em São Gabriel-GO

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