Ainda choro de saudades com a falta que Mamonas Assassinas mesmo depois de 30 anos.
Eu estava no ultimo show em Brasília. Naquele momento único eu olhei para o céu em meio a poucas núvens e avistei um avião e um sentimento veio em meu peito ao ouvir eles cantarem "Uma Arlinda Mulher". Namanhã seguinte eu estava indo para a SES e, no ônibus minha mãe me liga no celular, me dando a notícia. Eu estava de plantão no setor de Conunicação da SES, e acompanhava a cobertura de todos os canais de TV daquele acidente, chorando como uma criança a perda de um parente que nunca que nunca havia perdido. 30 anos depois me vem um documentário e as minhas lágrimas vieram no mesmo sentido.
Ninguém nesse mundo vai superar o sucesso daqueles, e, a emoção entre risos e choros de saudade serão os mesmo.
