COVID-19 (Subvariantes 2025/2026): No Brasil, variantes como a XFG (identificada em casos no Ceará e São Paulo) e sublinhagens como NB.1.8.1 e BA.3.2 foram relatadas como em monitoramento, com a XFG tornando-se uma das mais prevalentes globalmente, sem evidências de maior letalidade.
Aumento de Casos (2026): Relatórios de janeiro de 2026 indicam um aumento nas infecções de COVID-19, comportamento esperado devido à adaptação contínua do vírus, que se tornou endêmico com surtos sazonais.
Mpox (Nova Cepa): O Brasil registrou, até janeiro de 2026, casos de uma nova cepa de Mpox (varíola dos macacos), com registros em São Paulo, incluindo uma variante mais letal.
Vacinas: A vacinação continua sendo a principal forma de prevenção contra casos graves e mortes, com as vacinas atualizadas para abranger as novas cepas circulantes.
Resumo das Variantes em Monitoramento (2025-2026)
- XFG: Identificada no Brasil e prevalente globalmente, derivada da Ômicron.
- NB.1.8.1: Sublinhagem da Ômicron com aumento de detecção mundial.
- XEC: Variante identificada em 2024 no Brasil (Rio de Janeiro, São Paulo, Santa Catarina) com alto potencial de transmissão.
