Anuncie aqui

Anuncie aqui

10/02/26

Ainda Há Muito a Falar do Super Bowl e o Show de Bad Bunny Que Trump Não Gostou


Foto: Revista People


Trump, que há muito tempo fez dos latinos e hispânicos bodes expiatórios centrais de seu projeto político, passou a maior parte do último ano aterrorizando comunidades de imigrantes — tanto documentados quanto indocumentados — com deportações em massa, detenções arbitrárias e discriminação racial. Sem falar dos abusos desenfreados de um Departamento de Segurança Interna, ICE e patrulha de fronteira hipermilitarizados. Bad Bunny — que se apresentou inteiramente em espanhol — não mencionou explicitamente Trump ou seu exército pessoal anti-imigração, mas o show do intervalo tinha uma mensagem clara para o presidente: os latinos estão aqui, e eles são a América.
Em uma longa mensagem publicada no Truth Social logo após o fim do show do intervalo, Trump escreveu que a apresentação foi “uma afronta à Grandeza da América, e não representa nossos padrões de Sucesso, Criatividade ou Excelência”. 
“Ninguém entende uma palavra do que esse cara está dizendo, e a dança é nojenta”, acrescentou Trump, “Este ‘Show’ é apenas um ‘tapa na cara’ do nosso País […] Não há nada inspirador nessa bagunça de Show do Intervalo e vejam só, vai receber ótimas críticas da Mídia de Notícias Falsas, porque eles não têm a menor ideia do que está acontecendo no MUNDO REAL”.
“E, a propósito, a NFL deveria substituir imediatamente sua nova Regra de Kickoff ridícula”, ele concluiu.
A resposta furiosa veio depois que a Casa Branca havia declarado publicamente que Trump não assistiria ao show do intervalo, e em vez disso sintonizaria no “Real American Halftime Show” alternativo da Turning Point USA, com Kid Rock como atração principal.
Parece que o presidente — como muitos direitistas que alegavam estar boicotando o show do intervalo — não resistiu à tentação de ver um dos artistas mais populares do planeta, mesmo que fosse apenas para alimentar a indignação.

Fonte: Revista Rolling Stone

O que o Mundo Fala sobre atitudes de Trump


Não tem como resumir opiniões de lideres Mundiais, principalmente postado em Grande Jornal na Internet

Logo abaixo à matéria está citada a fonte daa notícia e as opiniões são, de responsabilidade de suas opiniões em aspas no testo abaixo.

Um ano depois de os líderes desses partidos europeus celebrarem o retorno de Trump à Casa Branca, muitos deles passaram a se distanciar do atual presidente americano. A operação militar sem precedentes ordenada por Trump em 3/1 contra a Venezuela, que terminou com a captura de Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, trouxe à tona as primeiras tensões. Semanas depois, as ameaças de Trump de impor novas tarifas a países europeus contrários a seus planos de assumir o controle da Groenlândia ampliaram ainda mais o afastamento. "Amigos podem discordar. Isso faz parte da vida e da política, mas um presidente dos EUA ameaçar impor tarifas a menos que aceitemos que ele se aproprie da Groenlândia, por qualquer meio… Isso é um ato bastante hostil", declarou o parlamentar britânico Nigel Farage, líder do Reform UK, partido populista e eurocético (contrário à União Europeia).
No entanto, foram as declarações de Trump minimizando a colaboração de aliados da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) na guerra do Afeganistão que se tornaram a gota d'água para muitos políticos europeus de direita próximos de Trump.

"A Itália e os EUA estão unidos por uma amizade sólida, baseada em valores compartilhados e em uma colaboração histórica […], mas a amizade exige respeito", advertiu a primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, que, graças à boa sintonia com Trump, vem atuando como ponte entre a Europa e os EUA sempre que surge um impasse nas relações.

As críticas e os questionamentos a Trump vieram do chamado universo Mega, sigla em inglês de Make Europe Great Again ("Faça a Europa Grande Novamente", em tradução livre, uma variação de Maga, slogan americano equivalente que se tornou marca do movimento trumpista). Mas embora essas declarações tenham rendido manchetes na imprensa ao redor do mundo, a situação começou meses atrás e bem mais perto dos EUA.
"O efeito bumerangue que identifiquei no início de 2025, segundo o qual a associação com Trump se transforma em uma desvantagem eleitoral no plano nacional, está se manifestando agora na Europa em relação aos partidos de direita radical, mas nós vimos isso antes no Canadá", afirmou o italiano Alberto Alemanno, professor de direito europeu da escola de negócios HEC de Paris (França), à BBC News Mundo, serviço em espanhol da BBC.

Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4g01nqqrvko

09/02/26

Devido Vasamento de Gaz Hidogênio Artemis teve Seu Lançamento Adiado

A NASA anunciou nesta terça-feira, 3 de fevereiro que a missão Artemis II, que levará 4 astronautas para uma jornada histórica ao redor da Lua, foi adiada para março de 2026. O motivo? Um vazamento de hidrogênio líquido detectado no foguete SLS (Space Launch System) durante um teste fundamental antes da decolagem.

A NASA adiou a missão Artemis 2, primeira viagem tripulada ao redor da Lua desde o programa Apollo, após a identificação de um vazamento de hidrogênio líquido durante um teste de abastecimento realizado em fevereiro de 2026.
O problema forçou a interrupção do ensaio na plataforma de lançamento. Agora, a agência trabalha com uma janela principal entre 6 e 11 de março, além de datas alternativas em abril.
A missão, que não inclui pouso lunar, terá duração aproximada de dez dias e servirá para validar em espaço profundo os sistemas do foguete Space Launch System (SLS) e da cápsula Orion.

Componentes centrais da missão

O SLS é hoje o foguete operacional mais potente do mundo, equipado com motores herdados do antigo programa dos ônibus espaciais.
A cápsula Orion, desenvolvida desde meados dos anos 2000, incorpora partes do cancelado programa Constellation e utiliza um módulo de serviço fornecido pela Agência Espacial Europeia, responsável por energia, propulsão e controle térmico.
Esses sistemas passaram por extensos testes após o voo não tripulado da Artemis 1, em 2022. A combinação de tecnologias novas e reaproveitadas exige ajustes constantes para garantir segurança máxima à tripulação.

Decisões herdadas e custos elevados

A arquitetura da missão tem raízes em decisões tomadas pelo Congresso americano em 2011, quando parte do programa Constellation foi reaproveitada para preservar infraestrutura e empregos em centros espaciais.
Motores RS-25, por exemplo, acumulam centenas de voos desde a era dos ônibus espaciais. Embora aumentem a confiabilidade, também elevam custos e complexidade logística entre lançamentos. Especialistas apontam que, em potência inicial, o SLS rivaliza ou supera o Saturn V, mas exige ciclos longos de preparação.


Fonte: Times Brasil

Edson Charles Fotografando

Edson Charles Fotografando
Escolhendo o melhor lugar para fotografar. Edson Charles em São Gabriel-GO

Rádios

Confira aqui as Rádios que participo

Escolha uma Rádio Para Ouvir

Escolha uma Rádio Para Ouvir
Acesse várias emissoras de rádio e estilos diversos para você ouvir

Visite O Canal do Youtube